quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Decisões Inconscientes

Decisões Inconscientes

A vantagem de compreender os processos mentais de decisão.

Em geral, as pessoas desconhecem o fato de que tomam a maioria de suas decisões inconscientemente. Claro que em seguida, elas saem em busca de argumentos racionais para justificar as decisões tomadas. Muitas compras são realizadas por impulso, sem uma justificativa lógica, assim como muitas vezes a contratação de funcionários são decididas levando-se em conta aspectos irracionais. Mesmo em nossas relações interpessoais, gostamos ou deixamos de gostar de pessoas, por fatores que fogem a nossa percepção consciente.

“Num comercial de TV, a venda é realizada ou não nos três ou quatros segundos iniciais, assim como num anuncio impresso, 75% das decisões acontecem na leitura do cabeçalho. Numa demonstração promocional, a venda é feita ou não nos três minutos iniciais”. Estes dados são resultados de estudos feito por John Caples, “Tested advertising methods, Englewood Cliffs, NJ, Prentice-HALL.Inc.,1974 “, citados no livro “O Mito do Empreendedor”, (Editora Saraiva, 1986), de Michael E. Gerber. Estes são exemplos de decisões que tomamos diariamente sem termos consciência disto.

De que forma pode-se acreditar que as pessoas tomam decisões de negócios racionalmente, se as pesquisas provam que o terno azul-marinho, causa melhor impressão numa pessoa em uma reunião de negócio, e este aspecto pode influenciar o resultado da negociação? Dizem que Charles Revson, fundador da Multinacional Revlon, possuía 220 ternos, todos da cor azul-marinho!

Nos anos 70, a Pepsi lançou um ataque competitivo contra a Coca-Cola, na famosa campanha dos testes cegos. Foram veiculados pela TV, comerciais em que varias pessoas eram testadas, com vendas nos olhos, para escolherem o melhor refrigerante entre os dois. Apesar de a Coca-Cola ser a preferida do público, nos testes com venda nos olhos as pessoas preferiram, numa proporção de 3 a 2, a Pepsi. Isto é o que se pode chamar de uma decisão inconsciente.

Recentemente o jornalista americano Malcolm Gladwell, que é um dos mais novos gurus corporativos da atualidade, apresentou um conjunto de idéias interessantes sobre o assunto. Seu livro “Blink – The Power of Thinking Without Thinking”, que pode ser traduzido como (num piscar de olhos – o poder de pensar sem pensar), defende algumas idéias incomuns em função de nossa tendência a tomar decisões inconscientes.

Por exemplo, as entrevistas de empregos podem levar o recrutador a cometer erros por se deixar influenciar excessivamente pela aparência das pessoas e deixar de lado aspectos relevantes de sua competência profissional. Ele defende que as entrevistas de empregos deveriam acontecer inicialmente por telefone, e só na reta final, quando houver apenas dois ou três concorrentes aptos a assumir o cargo, é que deveria haver a entrevista pessoal.

O jornalista comenta que após assumir um estilo de cabelo exótico, tipo black power, começou a receber maior quantidade de multas no transito, apesar de não ter mudado seu modo de dirigir. Parece que a aparência de uma pessoa faz com que ela seja julgada de certa maneira. Ele revela que o numero de mulheres em orquestras americanas cresceu depois que os testes passaram a ser feitos com músicos escondidos atrás de um biombo.

Diante dos argumentos expostos, como conviver com a realidade de sermos tomadores de decisões inconscientes, às vezes num piscar de olhos? Este é um fator que precisa ser levado em conta, já que o processo foge ao nosso controle racional e algumas vezes decisões inconscientes podem resultar em situações inadequadas para pessoas e organizações.

Em primeiro lugar, e necessário reconhecer esta realidade, e preparar-se para utilizá-la de maneira positiva onde for possível. Por outro lado, devemos nos precaver para impedir que algumas decisões possam prejudicar pessoas e organizações.

Existem momentos e situações em que é fundamental uma tomada de decisão rápida e urgente. Médicos, policiais, bombeiro e tantos outros profissionais devem ser treinados a tomarem decisões rápidas, pois em determinadas ocasiões não poderão dispor de tempo e de informações para uma análise mais apurada sobre o assunto em questão. Nestes casos, somente poderão contar com sua intuição, com seus recursos inconscientes e com suas experiências passadas.

Por outro lado, quando podemos dispor de mais tempo e condições para analisar uma situação, devemos impedir que idéias pré-concebidas possam prejudicar nossos julgamentos. É o caso de uma entrevista de emprego, ou de avaliar uma pessoa apenas por sua aparência, sem levar em conta outros fatores que poderão ser muito mais importantes.

Da mesma forma, quando estivermos do lado oposto, sendo analisados ou julgados em determinada ocasião pessoal ou profissional, devemos levar em conta que diversos fatores como nossa maneira de vestir, a forma de nos expressar e nossa comunicação não verbal terão grande influencia no julgamento a que estaremos sendo submetidos. Por isto é fundamental entender esta realidade e nos preparar para ela.

Por exemplo, devemos desenvolver nossa capacidade de comunicação interpessoal, pois ela envolve muito mais do que apenas palavras. Na verdade, as palavras representam apenas uma pequena parte de nossa forma de expressão como pessoa. Estudos demonstram que numa apresentação diante de um grupo, 55% do impacto é determinado por nossa linguagem corporal (postura, gestos e contato visual), 38% pelo tom de nossa voz, e apenas 7% deste impacto está relacionado ao conteúdo de nossa apresentação (Mehrabian e Ferris, “Inference of attitudes from nonverbal comunication in two channels”).

Claro que estas percentagens podem variar dependendo da situação, mas sem dúvida a linguagem corporal e o tom de nossa voz fazem imensa diferença no impacto e no significado do que dizemos. “Não é apenas o que dizemos, mas como dizemos que faz a diferença”.

Fica claro que diversos fatores podem influenciar no processo de decisão de uma pessoa. Para as organizações, aspectos como cor e formato de seus produtos, assim como slogans e logomarcas terão influencia na decisão de compra de seus clientes. Para as pessoas, sua forma de vestir, a maneira como se apresenta e o modo como se comunica definirá sua receptividade e o poder de influencia que conseguirá.

Estes conceitos são essenciais, tanto para organizações e seus profissionais traçarem estratégias de relacionamento com os clientes como também para as pessoas em sua vida particular. É fundamental uma melhor compreensão do comportamento humano para tomar decisões.

Entender o processo de tomada de decisão das pessoas pode ser uma grande vantagem competitiva nas relações profissionais, e também uma grande vantagem em nossas relações interpessoais.

Ari Lima
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segunda-feira, 17 de setembro de 2007

CURSOS ON LINE

Aproveite e adquira um de nossos cursos on line

principais cursos

1- Marketing Jurídico
2- Marketing para profissionais da área de saúde
3- Marketing para Contadores
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CURSO DE MARKETING PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS

CURSO DE MARKETING PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS

Curso : Etapas Básicas Para Implantação do Marketing em Escritórios de profissionais Liberais

Programa do curso:

Capítulo 1 – Plano de gestão de marketing pessoal
Capítulo 2 –1ª Etapa – Desenvolvimento do plano estratégico
Capítulo 3 –2ª Etapa – Desenvolvimento das 7 competências essenciais
Capítulo 4 –3ª Etapa – Parcerias, networking e dicas para captação de clientes
Capítulo 5 – 4ª Etapa – Elaboração de materiais publicitários
Capítulo 6 – 5ª Etapa – Implantação de site e blog e utilização da internet
Capítulo 7 – 6ª Etapa – Telemarketing e correspondência
Capítulo 8 – 7ª Etapa – Relações públicas

Artigo - Marketing e o Código de Ética
Referências

Honorários:

Custo unitário

1-para o curso on line...............................................................R$ 30,00
2-para palestra com carga horária de 1 h e 30 min .................R$ 500,00
3-para seminários com carga horária de 6 horas.....................R$ 1.200,00

OBS. - Para as palestras e seminários realizados fora de Belo Horizonte, deverão ser incluídos as despesas de viagem, estadia e traslado.
- Os custos para outras modalidades de cursos e consultoria deverão ser consultados

CURSO DE MARKETING JURÍDICO

CURSO DE MARKETING JURÍDICO

Curso : Etapas Básicas Para Implantação do Marketing em Escritórios de Advocacia

Programa do curso:

Capítulo 1 – Plano de gestão de marketing jurídico
Capítulo 2 –1ª Etapa – Desenvolvimento do plano estratégico
Capítulo 3 –2ª Etapa – Desenvolvimento das 7 competências essenciais
Capítulo 4 –3ª Etapa – Parcerias, networking e dicas para captação de clientes
Capítulo 5 – 4ª Etapa – Elaboração de materiais publicitários
Capítulo 6 – 5ª Etapa – Implantação de site e blog e utilização da internet
Capítulo 7 – 6ª Etapa – Telemarketing e correspondência
Capítulo 8 – 7ª Etapa – Relações públicas

Artigo - Marketing Jurídico e Código de Ética da OAB
Anexo I – Código de Ética da OAB
Anexo II – Provimento 90/00
Referências

Honorários:

Custo unitário

1-para o curso on line...............................................................R$ 30,00
2-para palestra com carga horária de 1 h e 30 min .................R$ 500,00
3-para seminários com carga horária de 6 horas.....................R$ 1.200,00

OBS. - Para as palestras e seminários realizados fora de Belo Horizonte, deverão ser incluídos as despesas de viagem, estadia e traslado.
- Os custos para outras modalidades de cursos e consultoria deverão ser consultados

CURSO DE MARKETING PARA CONTADORES E CONSULTORES

CURSO DE MARKETING PARA CONTADORES E CONSULTORES

Curso : Etapas Básicas Para Implantação do Marketing em Escritórios de Contabilidade, Auditorias e Consultorias.

Programa do curso:

Capítulo 1 – Plano de gestão de marketing para escritórios
Capítulo 2 –1ª Etapa – Desenvolvimento do plano estratégico
Capítulo 3 –2ª Etapa – Desenvolvimento das 7 competências essenciais
Capítulo 4 –3ª Etapa – Parcerias, networking e dicas para captação de clientes
Capítulo 5 – 4ª Etapa – Elaboração de materiais publicitários
Capítulo 6 – 5ª Etapa – Implantação de site e blog e utilização da internet
Capítulo 7 – 6ª Etapa – Telemarketing e correspondência
Capítulo 8 – 7ª Etapa – Relações públicas

Anexo I – Código de Ética de Contabilidade
Referências

Honorários:

Custo unitário

1-para o curso on line...............................................................R$ 30,00
2-para palestra com carga horária de 1 h e 30 min .................R$ 500,00
3-para seminários com carga horária de 6 horas.....................R$ 1.200,00

OBS. - Para as palestras e seminários realizados fora de Belo Horizonte, deverão ser incluídos as despesas de viagem, estadia e traslado.
- Os custos para outras modalidades de cursos e consultoria deverão ser consultados

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

CARPE DIEM

Carpe Diem – Aproveitem o Dia

No belo filme “A sociedade dos poetas mortos”, o prof. John Keating, personagem vivido por Robbin Williams, provoca uma revolução nas mentes e comportamentos de um grupo de estudantes internos de um colégio conservador na década de 50, nos EUA, aos lhes instigar na busca de novas maneiras de ver a vida. Desafia-os a, literalmente, rasgar conceitos ultrapassados, contidos nos livros, e a perceber a vida com poesia, adotando a filosofia contida na frase “Carpe Diem”, ou seja, aproveite o seu dia intensamente.

No contexto da historia, esta é uma atitude nada ortodoxa, por parte do professor que, ao final da trama, acaba expulso da instituição, por representar um “perigo” ao tradicional corpo dirigente do colégio e aos pais de muitos alunos. No entanto, ele consegue “plantar”, na mente do grupo de estudantes a semente desta filosofia, que busca a liberdade de idéias, de comportamentos e na procura da realização pessoal através da uma nova maneira de viver.

Por influência de Keating, eles fundam a “Sociedade dos Poetas Mortos”, grupo que se reúne secretamente às noites, para ler poemas de autores com idéias revolucionárias, bem como fazerem livremente suas poesias e também discutirem idéias, desejos, expectativas e novas formas de alcançarem seus objetivos pessoais.

Mais do que uma frase de efeito, Carpe Diem, é uma espécie de filosofia de vida, onde o revolucionário professor sugere aos seus alunos: “dediquem-se a sugar a essência da vida”.

Esta filosofia pode ser ilustrada com uma antiga história de um senhor de mais de sessenta anos, que havia feito transplante de coração na década de setenta. Na época, estas operações eram raras, e a sobrevida do transplantado incerta. Poucos meses após a operação, ele deu o seguinte depoimento a uma emissora de televisão:

“Estou vivendo a melhor fase de minha vida. Após a operação, os médicos me disseram: aproveite a vida, pois o senhor tanto poderá viver um ano, como um mês ou apenas uma semana. Não podemos garantir nada”.

E prosseguiu: “Hoje, quando acordo, e percebo que ainda estou vivo, encho-me de alegria e agradecimento a deus. Abro a janela de meu quarto e respiro o ar, observo a paisagem, o sol, às nuvens. Sento-me à mesa para tomar café curtindo minha família, ao mesmo tempo em que sinto o aroma do café e o gosto do pão com grande prazer”.

“Cada detalhe de minha vida é importante, e tento senti-la e aproveitá-la como se fosse a ultima vez. Pequenas coisas, como tomar um copo de cerveja, tornam-se um grande acontecimento para mim, e estar com minha esposa e fazer amor é uma experiência inexplicável, pois faço como se fosse a ultima vez. Por isto, minha vida se tornou tão especial após o transplante. Aproveito cada dia como se fosse o ultimo, e eles têm me dado uma satisfação nunca sentida”.

Este depoimento nos faz refletir sobre a necessidade de repensarmos nossa agitada maneira de viver, as prioridades de nossas vidas, deixando de lado aspectos menos relevantes.

De fato, em geral, as pessoas fazem uma grande confusão com os acontecimentos de suas vidas, misturando problemas do trabalho com assuntos pessoais. Ao levarem preocupações de suas vidas particulares para o ambiente profissional elas perdem o foco das atividades que têm de realizar, prejudicando seu desempenho.

Por outro lado, trazem também para suas vidas pessoais tarefas e preocupações do trabalho, gerando desgaste emocional e stress. É o oposto do que pregam filosofias zens, como a yoga e o hinduísmo, que buscam a plenitude espiritual através da concentração e foco na tarefa que se esta realizando no momento.

Vamos citar algumas frases proferidas pelo prof. Keating e instigar o leitor a escrever suas próprias idéias, de acordo com seu contexto pessoal, para serem relembradas diariamente.

“Tornem suas vidas extraordinárias”.

“Colham, enquanto podem, seus brotos e rosas”.

“A velhice vem vindo e esta flor, hoje viçosa, amanhã estará murchando”.

Portanto, precisamos ter consciência que a vida passa. O tempo que passou não voltará jamais, e compete a cada um de nós sentir, perceber, aproveitar e gozar com intensidade cada segundo e minuto, cada momento de nossas vidas da melhor maneira possível. Sozinhos ou junto de quem amamos podemos tornar nossa passagem pela vida um acontecimento especial. Carpe Diem, Aproveitem o Dia.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

A Inteligência Social na Advocacia

A “Inteligência Social” na Advocacia

Justamente por militar em uma atividade com importante função social e que, na maioria das especialidades, lida diretamente com o público e suas necessidades fundamentais, é essencial que o advogado amplie seu entendimento do ser humano. É preciso melhorar a percepção que tem da linguagem não verbal das pessoas, entender seu comportamento e desenvolver a capacidade de comunicação e relacionamento interpessoal, ou seja, sua Inteligência Social.

O conceito de “Inteligência Social” foi desenvolvido originalmente pelo psicólogo americano, Daniel Goleman, autor dos livros “Inteligência Emocional”, (Editora Campus/Elsevier, 1995) e “Inteligência Social”, publicado pela mesma editora em 2006. O autor defende o desenvolvimento desta competência, que ele chama de Inteligência Social, como um meio de realização pessoal e crescimento profissional, pois ela possibilita que se estabeleça um ambiente profissional e relações sociais mais saudáveis.

No contexto da advocacia, a Inteligência Social torna-se essencial sob três aspectos principais. Em primeiro lugar o advogado precisa relacionar-se de maneira adequada com seus clientes, como forma de manter um bom relacionamento com estes, e também ampliar as possibilidades de seu “marketing jurídico”.

Em segundo lugar, manter um relacionamento profissional adequado com integrantes da instituição judiciária, como juízes, promotores e pessoal administrativo, visando facilitar de maneira relevante o desenvolvimento de seu trabalho.

O que se percebe é que o advogado, pela própria imposição da profissão, envolve-se em tantas disputas que acaba assimilando uma certa “personalidade combativa”, que lhe dificulta o relacionamento com aqueles que poderiam ajudá-lo no desenvolvimento de suas tarefas extra disputa judicial.

Apesar de ser “delicada” minha afirmação sobre este assunto, é preciso encarar o fato de que a “imagem” do advogado geralmente não é algo que seja motivo de elogios com relação ao trato com as pessoas.

Finalmente, é importante ressaltar a importância de um bom relacionamento do advogado com a parte contrária. Ele não precisa ser necessariamente agressivo e desrespeitoso, pelo contrário, pode manter-se profissional e ético, apesar dos interesses diversos. Muitas vezes um bom relacionamento com o adversário, numa causa, pode facilitar a realização de um acordo que dificilmente ocorreria num contexto de disputa calorosa.

Até que ponto que existe uma certa “cultura” comportamental, no meio jurídico, que privilegia muito mais os aspectos técnicos das demandas judiciais, e que torna o ambiente fértil para disputas cada vez mais acirradas, dificultando as mediações, os acordos e os entendimentos?

A Inteligência Social pode ser desenvolvida através da observação e valorização de aspectos importantes no comportamento do profissional e na busca para desenvolver habilidades como:

· comunicação interpessoal;
· relações humanas;
· trabalho em equipe;
· liderança;
· motivação;
· empatia, entre outras.

O próprio advogado seria o primeiro beneficiado, do ponto de vista emocional, com o desenvolvimento destas habilidades, pois elas ajudarão a melhorar sua satisfação pessoal em sua prática profissional, uma vez que, um ambiente harmônico e com relacionamentos equilibrados ajudam a manter o profissional motivado para o trabalho.

Acreditamos que o advogado que desenvolver sua Inteligência Social, no trato com seus clientes, nas relações com integrantes da instituição judiciária e também no relacionamento com as partes contrárias de suas demandas jurídicas terá um diferencial competitivo importante, pois conseguirá obter melhor cooperação para o desenvolvimento de seu trabalho por parte de todos os envolvidos no seu contexto profissional.


Ari Lima

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